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terça-feira, 19 de agosto de 2025

O que chamaram de fragilidade é, na verdade, força



 Por séculos, as mulheres foram colocadas em uma posição de menor valor dentro da sociedade. Muitas culturas e religiões reforçaram a ideia de que a sensibilidade feminina era sinal de fragilidade, incapacidade ou até mesmo inferioridade. No entanto, o que foi lido como fraqueza é, na realidade, uma forma de força que sustenta famílias, empresas e até civilizações inteiras.

 A mulher carrega em si uma visão mais ampla do mundo. Enquanto a lógica patriarcal tradicional privilegia a razão linear, o feminino desenvolveu uma inteligência plural, capaz de enxergar conexões, lidar com várias situações ao mesmo tempo e encontrar soluções práticas em meio ao caos. Essa habilidade não se limita ao espaço doméstico, mas se reflete também na ciência, na política, na economia e na cultura. 

 É verdade que as mulheres demonstram emoções com maior abertura. Mas expressar sentimentos não é sinônimo de fraqueza; é sinal de maturidade emocional e de coragem para se mostrar vulnerável. Em tempos em que a humanidade enfrenta crises globais, a inteligência emocional se revela tão ou mais importante do que o raciocínio técnico. Liderar com empatia, compreender nuances sociais e construir vínculos sólidos são competências cada vez mais valorizadas no século XXI — e nesse campo as mulheres têm muito a ensinar. 

 Além disso, é inegável a função histórica e atual da mulher na educação. Não se trata apenas de ensinar as primeiras palavras ou acompanhar as tarefas escolares. Educar é formar seres humanos conscientes, empáticos e críticos. É plantar as sementes do futuro. O conhecimento transmitido pelas mulheres, de forma formal ou informal, molda gerações inteiras e deixa marcas profundas na sociedade.

O que vemos hoje é um despertar: finalmente começamos a reconhecer que a chamada “sensibilidade feminina” é, na verdade, uma das maiores forças da humanidade. O que foi silenciado durante séculos agora encontra espaço para ser valorizado. E quanto mais entendermos isso, mais equilibrada, justa e inteligente será a sociedade que construiremos.

Talvez seja hora de inverter a pergunta: em vez de questionar se a mulher está preparada para ocupar lugares de liderança, ciência ou poder, deveríamos nos perguntar quanto a sociedade ainda perde por não reconhecer plenamente o valor das mulheres que já estão lá, transformando o mundo todos os dias.

Entre lobos

 Em um quarto tinha uma entrada no chão, uma porta escondida, que daria acesso ao sótão, 3 crianças entraram. Sendo uma menina com 12 anos, outra menina com 4 anos e o menino com 8 anos. Eles estavam ansiosos para descobrir o que tinha dentro daquela porta diferente, um ar de mistório, curiosidade e tensão. Eles abriram, entraram e quando atravessaram o caminho escuro, abriram uma tampa que saiu em uma floresta, que estava coberta pela neve, eles sairam de dentro de um baú para desta floresta, começaram a andar, com cuidado, olhares atentos, olhando para o alto, altas árvores, pinheiros, cobertos de neve, com algumas folhagens mas alguns somente os galhos, devido ao frio, quando começaram a ver em sua direção começou a vir alguns lobos brancos e cinzas, à medida que eles foram se aproximando, a menina mais velha disse, "corram, vamos voltar" e começaram a correr de volta para o baú, duas crianças entraram, mas uma ficou para fora. E a dúvida veio, voltar buscar, e arriscar as nossas vidas, ou deixar a outra criança sozinha lá, mas o amor foi mais forte, decidiram voltar e buscar a outra criança que estava lá.


Quando abriram a porta novamente, tinha mais crianças e os lobos estavam ao redor, e mais lobos vindo, mas eles não queriam atacar as crianças, eles queriam apenas afungentar os estranhos que entaram no território deles, mas o medo era grande, a menina maior abriu o baú, e foi colocando as crianças dentro do baú, o qual era um portal, fecharam a porta do baú com força, ao passarem pelo caminho escuro, chegaram a um corredor com lajotas em forma de xadrez, branco e preto, com uma janela redonda na parede em formado de flor, elas estranharam, pois não tinham entrado por esse caminho, mas saíram por este, como elas não viram perigo, continuaram seguindo este corredor, longo até chegar na porta de saída, sãs e salvas.