Freedom entre páginas
Um espaço sem restrições temáticas.
terça-feira, 19 de agosto de 2025
O que chamaram de fragilidade é, na verdade, força
Entre lobos
Em um quarto tinha uma entrada no chão, uma porta escondida, que daria acesso ao sótão, 3 crianças entraram. Sendo uma menina com 12 anos, outra menina com 4 anos e o menino com 8 anos. Eles estavam ansiosos para descobrir o que tinha dentro daquela porta diferente, um ar de mistório, curiosidade e tensão. Eles abriram, entraram e quando atravessaram o caminho escuro, abriram uma tampa que saiu em uma floresta, que estava coberta pela neve, eles sairam de dentro de um baú para desta floresta, começaram a andar, com cuidado, olhares atentos, olhando para o alto, altas árvores, pinheiros, cobertos de neve, com algumas folhagens mas alguns somente os galhos, devido ao frio, quando começaram a ver em sua direção começou a vir alguns lobos brancos e cinzas, à medida que eles foram se aproximando, a menina mais velha disse, "corram, vamos voltar" e começaram a correr de volta para o baú, duas crianças entraram, mas uma ficou para fora. E a dúvida veio, voltar buscar, e arriscar as nossas vidas, ou deixar a outra criança sozinha lá, mas o amor foi mais forte, decidiram voltar e buscar a outra criança que estava lá.
Quando abriram a porta novamente, tinha mais crianças e os lobos estavam ao redor, e mais lobos vindo, mas eles não queriam atacar as crianças, eles queriam apenas afungentar os estranhos que entaram no território deles, mas o medo era grande, a menina maior abriu o baú, e foi colocando as crianças dentro do baú, o qual era um portal, fecharam a porta do baú com força, ao passarem pelo caminho escuro, chegaram a um corredor com lajotas em forma de xadrez, branco e preto, com uma janela redonda na parede em formado de flor, elas estranharam, pois não tinham entrado por esse caminho, mas saíram por este, como elas não viram perigo, continuaram seguindo este corredor, longo até chegar na porta de saída, sãs e salvas.
quarta-feira, 18 de junho de 2025
O CASO DE HUNT
Por Rafaela Oliveira de Moura 01/12/2019
Preciso te contar como cheguei até aqui, a causa disso foi o primeiro caso que investiguei quando assumi na Delegacia de Detroit, Hunt, em meados de 1989, em meio a decadência de Detroit, que não só perdi meu emprego como também a minha reputação construída por anos.
Lembro muito bem do primeiro dia quando cheguei à delegacia de Hunt, como dizem “a primeira impressão é a que fica”, observei atentamente o espaço e as pessoas.
- No que posso ajudá-lo senhor? - Perguntou a recepcionista, distraidamente olhando para a tela do computador. Observei ao redor, um computador amarelo, antigo, um balcão já desgastado pelo tempo, as paredes cinzas ou sem reboco. Uma iluminação parcial, com algumas lâmpadas queimadas. E ao fundo do grande salão uma sala que deveria ser do responsável da delegacia. No salão, pessoas sentadas nas cadeiras de espera, adolescente algemado, a mãe ao lado cabisbaixa, e outros aguardando para serem entrevistados. - Senhor! -
repetiu a moça mais séria e ainda centrada em seus afazeres. - Sou Martin Back, o novo policial desta delegacia, preciso me apresentar ao responsável. - responde objetivamente. Então ela me levou até a sala do delegado-chefe, sob os olhares curiosos e desconfiados dos novos colegas, até que cheguei em frente à porta do chefe da delegacia, um homem alto, sério, levantou-se atrás da mesa estendeu sua mão para me cumprimentar, senti confiança na saudação, me apresentei, em seguida fomos conhecer a delegacia e ser apresentado aos demais colegas.
Fiquei encarregado inicialmente de revisar alguns casos e fazer rondas pelo bairro, estava apreensivo para iniciar o trabalho. Sabia como era difícil esse trabalho, pois envolvia muitas situações e pessoas, ainda mais em um lugar novo e em meio a pessoas desconhecidas, não sabia em quem podia confiar.
Iniciei o trabalho no dia seguinte, revendo documentos da delegacia e fazendo pesquisas dos casos mais recorrentes. Até que pude chegar nos casos mais recentes. Estava organizado na medida do possível, o trabalho era lento, e ainda eu precisava atender aos casos novos e fazer as rondas nas ruas. Acredito que o encarregado anterior a mim também deve ter passado pelas mesmas dificuldades que eu estava tendo em conhecer, organizar e atualizar. Cada dia era uma coisa nova, mas eu evitava tirar muitas dúvidas com o delegado pois percebia que o contato com ele era restrito e ele era bem reservado, quando chegava saudava rapidamente no coletivo, entrava em sua sala, tratava dos assuntos, saia e voltava sem comunicar com detalhes.
Certo dia no decorrer do meu trabalho encontrei uma lista com os casos e as datas, percebi que era como um sumário dos casos que haviam acontecido, na delegacia, ou dos casos que quiseram expor no sumário, pois como você bem sabe, há certas coisas que nem sempre são mostradas por completo. Confiava no documento conforme ia averiguando com os casos. No entanto, algo me incomodava naquele lugar, o olhar das pessoas umas para as outras e principalmente os burburinhos entre os mais chegados durante o momento do café. Nunca conseguia ouvir o que falavam, apenas percebia a troca de olhares e que havia algo estranho, cheguei até pensar que era a minha chegada naquele lugar. Mas algo que nunca ousaram perguntar foi como iniciei a trabalhar e na verdade eu também não saberia explicar com detalhes, apenas que fui transferido para suprir uma vaga porque o antigo policial havia morrido tragicamente.
Após algumas semanas de muito trabalho, muitos casos revistos, seguindo aquele sumário e dando continuidade, encontrei uma pasta em uma das gavetas do almoxarifado, a qual tinha por título “caso de Hunt”, quando peguei nas mãos chegou me dar calafrio, pois não lembrava de ter visto este caso antes, nem constava na lista e ninguém chegou a comentar sobre isso, muito menos o senhor Stanford. Na pasta continha apenas um endereço, placa de carro e um número de telefone, sem nomes, sem relatório do caso. Apenas um carimbo na pasta escrito “ENCERRADO”, o que despertou a minha curiosidade, pois era nítido que o caso estava incompleto e sem resolução.
Como eu ainda não estava próximo a ninguém, percebi que teria que averiguar sozinho este caso, como das outras vezes. Nos dias seguintes, discretamente, comecei a fazer perguntas sobre a história da delegacia, em momentos variados, pois não queria arriscar que descobrissem que eu estava revisando este caso ou falar algo que ainda podia ser desconhecido causando maiores problemas. Mas a vontade de desvendar este caso é maior do que qualquer medo e insegurança. Para isso precisava investigar para encontrar mais pistas. Até pensei em perguntar para o senhor Judge, mas tive receio pela falta de provas e informações sobre o caso e isso demonstrasse uma certa incapacidade da minha parte de apresentar algo vago.
Então iniciei pesquisando pelo que estava em minhas mãos, aquele endereço era um bairro mais afastado do centro, aproveitei uma das minhas rondas para ir até o local. Quando estava próximo percebi que os moradores olhavam com raiva para o carro policial, percebia que não era para mim pois quando elas viam que era um policial desconhecido abrandaram a feição e desviavam o olhar. Encontrei a casa, mas fiquei observando de longe, mas não vi nenhuma movimentação de que podia ter pessoas morando, o quintal estava com a grama alta, as janelas quebradas e as portas com madeiras que bloqueiam a entrada, muito estranho isso. Precisei descer e perguntar para um morador, que todo desconfiado me fitava de cima abaixo, ele falou apenas que aquela casa estava à venda a poucos meses e não sabia nada sobre a família.
Voltei para a delegacia, havia demorado mais que o normal, a recepcionista ficou me olhando como se eu tivesse cometido algo errado e me chamou, pensei que iria receber alguma advertência, mas ela me avisou que o delegado gostaria de conversar comigo imediatamente. Passei novamente por aquele corredor, lembrando meu primeiro dia, refletindo sobre o misterioso caso, a reação dos moradores, a casa abandonada, eu continuava na estaca zero. Olhei para a porta do Sr. Stanford, respirei fundo e entrei. Ele havia me chamado para saber se eu não tinha encontrado uma pasta sobre um caso que ele mesmo iria investigar, mas que ocasionalmente essa pasta estava junto com as demais. Na hora eu não sabia o que responder, pois não queria demonstrar que sabia que ela existia e muito menos que eu estava investigando. Respondi que ainda não o encontrei, então ele me pediu para trazer até ele quando eu a encontrasse. Me retirei da sala mais preocupado do que já estava. Pensando qual o interesse do delegado justamente nesta pasta, que está com poucas informações e já estava encerrada…
Tive que ter mais cautela e agir com mais rapidez, aquele endereço não havia me dado muitas respostas, retomei as informações que estavam na pasta, procurei pelo número da placa do carro, tomei uma surpresa por ver que era de um carro policial. Mas um carro que não estava mais na delegacia. E nem podia perguntar para ninguém sobre isso, pois alguém poderia contar para o delegado que eu estava fazendo perguntas estranhas. Decidi voltar para aquela casa para averiguar se teria alguma coisa que me ajudasse a resolver.
Novamente os olhares dos moradores me seguiam, dessa vez não falei com ninguém, desci, olhei a janela, os poucos móveis cobertos com um lençol, um retrato de uma família na parede e quando olhei para a porta, embaixo havia uma ponta de um papel amarelo, tentei puxar para fora e era um envelope. Peguei e fui para o carro, dentro do envelope tinha uma foto, era o Sr. Judge e mais um policial, naquela mesma rua, e atrás da foto havia um nome. Voltei para a delegacia, mas escondi a foto.
Perguntei para a recepcionista quem era Calvin Sanders, esse era o nome que estava atrás da foto, ela se assustou, desviou o olhar do computador, a pele dela ficou mais branca que o normal, e respondeu rispidamente que era um policial mas não trabalhava mais na delegacia. Levantou-se para pegar um café me deixando sozinho naquele balcão e com mais perguntas.
Voltei para a minha mesa e tentei associar os fatos. O endereço, a foto, o carro policial, a família no retrato; eu precisava conhecer o Calvin Sanders, por que não trabalhava mais ali e qual a relação dele com aquela casa abandonada.
Já não conseguia mais nem dormir, pois sentia que existia algo muito importante por trás dessa história, e por que o Sr. Judge tinha interesse em investigar o caso, sendo que ele conhecia o policial, esteve naquele bairro, comecei a pensar que ele tinha alguma relação com tudo isso.
No dia seguinte comecei a procurar por jornais daquela data que aparecia na foto, e para o meu espanto encontrei alguns e todos mostravam sobre a morte de um policial, e a data era anterior há algumas semanas do dia que comecei a trabalhar na delegacia. A partir de então começou a fazer sentido. Mas ainda faltava uma peça para esse quebra-cabeça ficar pronto.
O delegado soube que eu perguntei sobre o policial anterior, ele me chamou e perguntou sobre a pasta novamente e se eu conhecia o policial. Eu ainda não podia entregar a pasta, era a única prova que eu tinha de tudo que investiguei, e comentei que vi o nome em alguns documentos e gostaria de ter certeza que era um policial e se ainda estava atuando.
Depois daquele dia, o Sr. Stanford começou a ficar mais observador, a desconfiar de mim, e então o clima ficou mais pesado do que já era. E ainda faltava eu ver uma pista, ligar para o número de telefone. Pensei que pudesse ser de algum familiar, amigo, testemunha… Quando liguei uma senhora atendeu e disse que era da casa do Sr. Judge Stanford, para ter certeza pedi o endereço pois queria visitá-lo. Eu precisava ter certeza. Dessa vez não fui como policial e não queria tratar sobre esse assunto na delegacia.
Nos jornais daquele dia da morte do policial as informações se contradizem, uns falavam que houve troca de tiros no local, outros que o carro perdeu o controle e capotou, incendiando logo em seguida. Eu precisava encontrar quem era o responsável pela morte do policial Sanders.
Aguardei o delegado Stanford chegar em sua residência, quando ele desceu do carro o abordei, vi sua cara de susto, e precisei ir direto ao ponto. Contei que estava com a pasta do “caso de Hunt” segui as pistas, e todas elas me levavam a apenas um suspeito que seria o responsável pela morte de Calvin Sanders, inclusive tinha uma foto tirada no dia da morte do policial e que aparecia apenas os dois juntos perto da casa do policial, então a última pessoa que estava com ele, era o Sr. Judge.
Vi os olhos do delegado enfurecer, ele argumentou que o policial estava envolvido em corrupção e ajudava aos bandidos da região, e ele não tinha nem coragem de transferir para outro local. Naquele dia ele disse que precisava ir até a casa pegar um dinheiro para pagar algumas dívidas senão iria se complicar, como o Sr. Stanford estava junto com ele no carro e precisou ir junto. Mas já não aguentava aquela situação e nem a família dele. Decidiu fazer algo, quando estavam indo ao local que o policial Sanders precisava ir para entregar o dinheiro, o delegado atirou nele e no carro todo para simular troca de tiros e incendiou o carro. Voltou até a casa da família do policial, devolveu o dinheiro e os mandou fugir para o mais longe. “Na delegacia contei que tivemos um confronto com assaltantes e o policial Calvin foi atingido e faleceu no local. Mas ninguém sabe o que de fato aconteceu. Inclusive você.” Disse o Sr. Stanford em tom de ameaça.
Precisei entregar a pasta para o delegado, menos a foto, pois era algo que eu havia encontrado. E no outro dia quando cheguei ao trabalho, a recepcionista me levou diretamente para a sala do delegado, cheguei e vi dois policiais estaduais, e fui indiciado há alguns anos de prisão e perdi o título de policial, saí daquela sala algemado e um policial de cada lado, passando naquele corredor, dessa vez sem me importar com os olhares dos outros, pois percebia que todos tinham uma parcela de culpa, mas agora o meu olhar estava desejando justiça e sede da verdade.
Então vim parar nessa prisão, até provar que não há nada que me condene a ficar aqui, e que outra pessoa deveria estar no meu lugar, sim, o Sr. Judge Stanford, aquele assassino, deveria estar aqui.
Entre Pedras e Silêncios
Um sonho ou uma revelação?
Uma noite sonhei que convidei um antigo amigo para dentro de casa, como quem esconde um segredo bonito — um desses que não cabe no olhar da minha mãe. Ele estava ali, sentado no sofá da sala, e eu sentia o coração acelerado, como se o errado fosse amar alguém que não se encaixa nas molduras da casa dos meus pais.
Minha mãe nunca gostou dele. Não por maldade, mas porque julgava pela embalagem. Pela aparência meio largada, talvez. Não viu o jeito como ele me ouvia, nem o cuidado que depositava nas palavras. Era como se o amor que ele me oferecia não tivesse credibilidade por não vir vestido de colarinho.
No sonho, eu queria estar com ele, mas também queria continuar sendo a filha boa. A que agrada, a que entende os limites impostos. Era como caminhar na corda bamba entre o desejo e a culpa.
Passeamos por algumas casas, almoçamos em mesas alheias, e ele ria com antigos amigos, como se reencontrasse pedaços de si mesmo que havia perdido. Mas havia um desconforto no ar. Ele percebia os olhares, o julgamento velado, como se não pertencesse àquele lugar. E eu também não sabia mais onde era o meu.
Quando ele foi embora, senti um vazio antigo me abraçar. Aquela saudade silenciosa de algo que quase foi, mas que o mundo — ou minha hesitação — não deixou ser.
Depois, o sonho mudou de cenário. Eu estava em um ônibus indo ao centro de uma cidade de pedra. Escadas, pontes, igrejas antigas… tudo cinza, tudo sólido. Havia algo espiritual ali, como se eu estivesse num santuário construído pelas dores de quem sobe e desce escadas na alma.
Mas a paz não durou. Veio o tiroteio. A polícia contra os traficantes. Eu e minha mãe nos escondemos. Não lembro se ela me protegia ou se era eu quem a puxava para um canto. O medo era real, como se o caos da cidade refletisse o caos de dentro.
Quando tudo cessou, voltamos para o ônibus. Não conversamos. Apenas seguimos. E isso me doeu.
Acordei com aquele gosto agridoce na garganta, típico dos sonhos que parecem mais memória do que fantasia.
Talvez eu esteja mesmo vivendo entre pedras e silêncios, tentando encontrar um lugar onde possa amar e ser livre, sem precisar pedir desculpas por isso.
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
A dificuldade é sinal que a benção virá

- O beijo que Judas deu na face de Jesus Cristo, como sinal de traição ao seu Mestre, foi o que representou que Ele, Jesus, seria o salvador do mundo.
Permaneça fiel a deus, e a glória dele será revelada através da tua vida e você será vitorioso.
As vitórias são maiores do que as lutas. Perservere fiel nas dificuldades. Através da tua vida muitos irão reconhecer, mesmo na tua fragilidade o grande poder e amor de um Deus fiel que não desampara os seus filhos.
Romanos 8:35
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Romanos 8:37-39
terça-feira, 14 de julho de 2015
Cheguei até aqui.. e agora como continuar?
Como permanecer até o fim e fazer cumprir em sua vida o versículo em que Paulo diz "Combati o bom combate, completei a corrida, perseverei na fé!" (2Timóteo 4:7)?
Como a Bíblia Sagrada é o nosso guia então a partir dela vou fazer uma pequena lista de sugestões para ajudar na sua caminhada cristã.
Depois que você veio para a igreja, ouviu a palavra e decidiu mudar de atitudes. Morrer para as coisas do mundo e viver segundo o que a Bíblia instrui, é importante continuar com essa decisão todos os dias.
1) Faça amizades desse meio social, ou seja, na igreja. Provérbios 13:20 "Aquele que caminha com os sábios será cada vez mais sábio, todavia aquele que acompanha os tolos, será destruído."; Salmos 119:63 "Associo-me a todos os que te temem e observam tuas ordenanças." E faça amizades com todas as faixas etárias, assim irá aprender com todos.
2) Leia a Bíblia diaramente. Pois é a partir delas que vamos conhecer mais de D'us e ouvir o que Ele tem nos dizer (sem correr risco de profetadas) ‘Quão preciosos são os teus pensamentos! Ó Deus, a quanto ascende a soma deles!’ (Salmos. 139:17). E quando tiveres dúvidas, não peça conselhos a qualquer pessoas mas recorra a Bíblia Salmos 1:1-2 1Abençoado com felicidade é o homem que não segue o conselho dos ímpios, não se deixa influenciar pela conduta dos pecadores, nem se assenta na reunião dos zombadores. 2Ao contrário: sua plena satisfação está na lei do SENHOR, e na sua lei medita, dia e noite!
3) Leia livros evangélicos. Se você gosta de ler, mude suas leituras seculares por leituras que irão edificar e acrescentar o teu conhecimento e caminhada cristã, sobre família, fé, cura, relacionamentos, milagres, espírio santo, Jesus.... É uma forma de ocupar a mente com coisas boas. "Você é o que lê"
4) Assista filmes evangélicos. Hoje em dia já existem vários filmes evangélicos, que são ótimos de assistir e que pode ser visto por todas as faixas etárias, com amigos, família, até mesmo na igreja em eventos diferenciados. Por Exemplo: "A paixão de Cristo", "Deus não está morto", "Em seus passos o que faria Jesus?", "Desafiando gigantes", "A prova de fogo", A virada", "A filha do pastor", "Stand Strong" ...
5) Ouça músicas evangélicas/gospel. Música é uma coisa que entra em nossa mente de uma forma inexplicável. Então procure ouvir louvores que adorem a D'us, que te aproxime a Ele. Mude o hábito de ouvir músicas seculares que só te distraem do teu foco. Na verdade quando você vem para igreja, logo perde o gosto pelas músicas seculares, pois percebe que elas são vazias, e são mesmo, porque não tem o toque do Espírito Santo nas palavras ditas. Assim como a Bíblia foi inspirada pelo Espírito Santo de D’us, o verdadeiro louvor é também inspirado pelo Espírito Santo de D’us. O livro de Salmos são cânticos, a bíblia fala sobre os levitas... Então procure sempre achar músicas que enalteçam ao Rei dos reis, Senhor dos senhores. Salmos 92:1-2 "Bom é louvar ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo; 2 Para de manhã anunciar a tua benignidade, e todos as noites a tua fidelidade;"
7) Vá em eventos organizados pela igreja. Ir em congressos, shows evangélicos, palestras para solteiros, casais... retiros de jovens... Para estar em lugares diferentes mas com o mesmo objetivo, aprender mais de D'us e conhecer mais pessoas cristãs.
8) Faça cursos como discipulado, Teologia (básica, média já são válidas), estudos bíblicos (células como alguns dizem), Escola Bíblica Dominical. Procure aprender sobre e com a Bíblia da forma correta, com alguém que seja apto para ensinar.
9) Aplique, viva, a fé, a esperança, diariamente em tudo. Quanto mais você crer mais as coisas irão melhorar, mais elas vão acontecer e isso aumenta na sua experiência, amor e gratidão a D’us.
10) Lembre-se todos os dias do Primeiro Amor, do que te fez tomar essa decisão que transformou tua vida por completa. Conquiste e seja conquistado diariamente por este amor infinito e tão misericordioso, essa paz que excede o entendimento, que só pode vir de um D’us tão grandioso, amoroso e justo.
11) Agradeça sempre. Pela oportunidade de ter nascido de novo, de ter conhecido esse evangelho que transforma para melhor. Permaneça sob os cuidados, proteção e dependência do Senhor, o amando e sendo seu amigo, o obedecendo. "Quem me oferece sua gratidão como sacrifício honra-me, e eu mostrarei a salvação de Deus ao que anda nos meus caminhos”. (Salmos 50:23)
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” 2 Timóteo 3.16-17
sábado, 6 de setembro de 2014
Deixa Ir
E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.
Disse-lhe ele: Quais?
E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda?
Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.
E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.
Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus." (Mateus 19:16-23)
Essa história bíblica é muito conhecida e há outras aplicações e estudos nela.
No entanto hoje quero observar de outro ângulo. Não a atitude do jovem rico, mas a atitude de Jesus.
No trecho "E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se" e depois continuando "Disse então Jesus aos seus discípulos".
Notamos aqui muitas ações. Melhor falar em tópicos:
- O jovem ouviu
- O jovem saiu (deu as costas ao que ouviu)
- Jesus permaneceu onde estava
- Jesus aprendeu e ensinou com a situação
Trazendo para a nossa realidade.
Há pessoas que se aproximam de nós, nos conhecem, dialogamos, temos a oportunidade de falar a elas sobre o que pensamos sobre algo, tentando mostrar algo melhor a elas.
Mas depois de tudo que ela ouve, ela não concorda plenamente e acaba se afastando, fala: - Bom não é bem isso que eu pensei, to legal do jeito que estou e vou procurar minha turma.
No entanto tem gente que mesmo assim vai atrás e insiste para ela ficar, há casos que não é a melhor ação. Podemos observar o que Jesus fez, ele permaneceu com os seus discípulos, ao contrário de ir atrás, pois há pessoas que é melhor se afastar para acabar não te prejudicando.
Afinal aquele jovem ouviu tudo, mas não aceitou, tem pessoas que ouvem o que você tem a dizer, mas não aceita, não concorda; então permita que ela vá, faça um bem para ela, dando a liberdade de escolha e faça um bem para ti mesmo, evitando problemas futuros.
Vemos algumas amizades que acontecem isso, alguns relacionamentos amorosos, algumas sociedades de negócios... enfim, onde apenas um se esforça para manter as coisas em ordem, e outro quer mais correr daquilo... isso faz mal para ambos.
Há pessoas que precisamos deixar que se afaste de nós antes que nos cause algum dano, seja ele material ou espiritual.

Seja livre do medo da solidão, permita a liberdade de escolha da outra pessoa e permaneça na tua posição que sempre esteve.
